sexta-feira, 31 de maio de 2013

John Lennon citou


'Quando eu tinha 5 anos de idade, minha mãe sempre dizia que a felicidade era a chave para a vida. Quando eu fui para a escola, eles me perguntaram o que eu queria ser quando crescer. Eu escrevi 'feliz'. Me disseram que eu não tinha entendido a tarefa, e eu disse a eles que eles não entendiam a vida' 

                  -Jonh Lennon 


O som do coração (imagens)


August Rush- O som do coração


' A música, é um lembrete que Deus nos deixou de que existe algo além.' 
'Ou você acaba com as ilusões, ou elas acabam com você' 
'Sabe o que é música?
- Ligação harmônica entre todos os seres vivos'
'Acredito em música como alguns acreditam em contos de fadas' 
'Tem que gostar de música mais do que de comida. Mais do que a visa. Mais do que você mesmo!'

Estas são algumas frases que retirei do filme 'August Rush- O som do coração'. Recomendo a todos. É um dos meus filmes favoritos, com, acho eu, que já disse anteriormente. 

 

"Ouça! Consegue ouvir? A música?
- Eu consigo ouvi-la em qualquer lugar… No vento, no ar, na luz… A música está em tudo ao nosso redor. Tudo o que temos que fazer é ouvir".

Fernando Pessoa citado por Osmar Prado

Genteeeeee, amei! Nem sei se eu já nascera na época desta novela mas aqui está:
http://m.youtube.com/watch?v=uElwCENBDJQ

De calar a boca de qualquer um! Hahahahah
Pra quem não sabe é 'Poema em linha reta' de Fernando Pessoa.

'Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.


E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.


Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...


Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,


Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?


Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?


Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.'



Jorge Luís Borges citou

Instantes

Se eu pudesse viver novamente a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido;
na verdade, bem poucas pessoas levariam a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvete e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu
sensata e produtivamente cada minuto da sua vida.
Claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver,
trataria de ter somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feito a vida:
só de momentos - não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma
sem um termômetro, uma bolsa de água quente,
um guarda-chuva e um pára-quedas;
se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres
e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos
e sei que estou morrendo.

De Nadine Stair - Atribuído a Jorge Luís Borges

Muito sábio, faz-me refletir muito.

A culpa é das estrelas

Recentemente, li 'A culpa é das estrelas' de John Green. Era um livro que todos estavam lendo. Chegou um momento que o denominei de 'modinha'; mesmo assim, senti-me na obrigação de lê-lo. Ao acabar, senti-me um tanto envergonhada de tê-lo julgado precocemente, pois é sim tudo aquilo que falam sobre ele. Chorei, e não tenho vergonha de admitir: um dos livros que mais chorei lendo. Afirmo, a partir de agora, que quem ainda não o leu deve parar de ler minha publicação. Irei falar algumas questões sobre o livro que poderão estragar o prazer de lê-lo.  É um livro envolvente e eu recomendo mais do que qualquer outra pessoa que seja lido.
Um dos momentos que mais chorei no livro foi quando Hazel é acordada de madrugada pois Augustus a chama. Está em um posto de gasolina. Então percebe-se que nem mais o simples ato de comprar cigarros pode ser feito por ele. Obviamente, se chorei nesta parte, imagine quando ele começou o capitulo falando 'Augustus morreu 8 dias...'. Foi um impacto. Pude ouvir em minha mente aqueles barulhinhos de filmes, tipo, 'PAAAH, e algo importante acontece'. O jeito como o livro foi terminado foi perfeito, fez-me chorar mais ainda.
 Acabei de ler esta obra a dois dias e estou com aquela sensação de nostalgia que nos toma logo após ler algo bom. Parece que não conseguirei ler algo tão cedo... A partir do que disse, vocês devem estar achando que sou uma fraca, sentimental... e, sim, sou. Romance é o gênero que mais gosto de ler, parece até que gosto de me torturar. Muitos chamam-me de iludida por isso.
Bom, era isso. Espero que, quem não leu o livro, o leia.

Apresentação

Meu nome é Carolina e estou com meus 15 anos. Amo ler! Mais do que qualquer outra coisa. Um tanto estranho para uma adolescente na minha idade, mas sim, sou apaixonada por leitura. Como devem ter percebido, eu ainda estou na escola. Estou na 2ª série do ensino médio. A maioria dos blogs sobre leitura é feito por pessoas mais velhas que eu, porém, não pude resistir a tentação de fazer um para mim. Bom, o que mais falar... humm, meu gênero favorito? Romance. Sim, normal para uma guria da minha idade (notaram o 'guria'? Sim, sou do RS). Mas claro, leio outros gêneros também. Porque fiz este blog? Bem, não sei o real motivo. Leio muitos blogs como este e resolvi fazer um. Talvez seja uma forma de interagir com outras pessoas, de comentar sobre livros que leio, já que nenhum de meus amigos é tão fã da leitura como eu. Outras coisas que gosto? Amo a música, mais do que a comida (sim, é uma citação de 'O som do coração', por sinal, um dos meus filmes prediletos), amo filmes... Sobre a música, toco violão, violino, piano (não muito bem, pois nunca fiz aula), canto... Sim, talvez a música esteja mais presente em minha vida do que a leitura. Embora pareça, não sou 'nerd'. quero dizer, tiro notas boas mas não sou nem nunca fui a melhor da turma. Estudo o suficiente. Bom, acho que é o suficiente para me conhecerem. Se tiverem perguntas, então, perguntem! Obrigada e espero que gostem do blog.